Intersectionalities in the Experience of Trans Persons in Health Services
PDF (Português (Brasil))
HTML (Português (Brasil))

Keywords

public health
LGBTTI
intersectionalities
health services

How to Cite

NOGUEIRA, Francisco Jander de Sousa; LEITÃO, Elaine Soares de Freitas; SILVA, Emylio César Santos da. Intersectionalities in the Experience of Trans Persons in Health Services . Revista Psicologia e Saúde, Campo Grande, v. 13, n. 3, p. 35–49, 2021. DOI: 10.20435/pssa.v13i3.1243. Disponível em: https://pssaucdb.emnuvens.com.br/pssa/article/view/1243. Acesso em: 5 apr. 2026.

Abstract

This article aimed to analyze the implementation of the Brazilian National Policy of Integral Attention to the LGBTTI+ population, as well as the difficulties of access to health services from the intersectionalities in the transvestite and transsexual experience in the city of Parnaíba, Brazil reality. It is a qualitative study with influence of researches and use of some instruments and tools of ethnographic research, whose sample counted on the participation of health professionals, transvestites and transsexuals. Data were collected through participant observation, systematic production of field diaries and semi-structured interviews and analyzed through discourse analysis. As a result, the policy was not known; the violence in the services, crossed by the intersectionalities of gender and race and social class an aggravating factor of vulnerability. It is concluded that it is necessary to reassess the content of the policy and its implementation so that the above-mentioned issues are thought to be latent for its implementation.

https://doi.org/10.20435/pssa.v13i3.1243
PDF (Português (Brasil))
HTML (Português (Brasil))

References

Akotirene, C. (2019). Interseccionalidade. São Paulo, SP: Sueli Carneiro.

Assis, D. N. C. (2019). Interseccionalidades. Salvador, BA: UFBA; Instituto de Humanidades, Artes e Ciências; Superintendência de Educação a Distância. Recuperado de https://educapes.capes.gov.br/bitstream/capes/554207/2/eBook%20-%20Interseccionalidades.pdf

Bento, B. (2017). A psiquiatrização das identidades trans no DSM-5: Saúde, cidadania e o risco do pensamento colonizado. Ópera Mundi, São Paulo, SP.

Brasil. Ministério da Saúde. (2013). Política nacional de saúde integral de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais. Brasília-DF: Ministério da Saúde.

Brito, C. P. (2016). “Já é negro e ainda quer ser travesti?” – Experiências trans de mulheres negras (Dissertação de mestrado, Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia, Salvador, BA). Recuperado de http://www2.uesb.br/ppg/ppgrec/wp-content/uploads/2017/03/Camila-Pina-Brito.pdf

Caregnato, R. C. A., & Mutti, R. (2006). Pesquisa qualitativa: Análise de discurso versus análise de conteúdo. Texto & Contexto – Enfermagem, 15(4), 679-684. doi:https://doi.org/10.1590/S0104-07072006000400017

Cerqueira-Santos, E., Calvetti, P. U., Rocha, K. B., Moura, A., Barbosa, L. H., & Hermel, J. (2010). Percepção de usuários gays, lésbicas, bissexuais e transgêneros, transexuais e travestis do Sistema Único de Saúde. Interamerican Journal of Psychology, 44(2), 235-245. Recuperado de http://www.redalyc.org/pdf/284/28420641004.pdf

Crenshaw, K. W. (2004). A intersecionalidade na discriminação de raça e gênero. In VV.AA. Cruzamento: Raça e gênero. Brasília: Unifem.

Das Dores, A. A., Ribeiro, C. S., Calhiari, E. A., Paranhos, E. B. D., Ferreira, J. A. G., & Perpétuo, C. L. (2017). O conceito de interseccionalidade: Contribuições para a formação no ensino superior. EDUCERE - Revista da Educação da UNIPAR, 17(2), 251-262. doi:https://doi.org/10.25110/educere.v17i2.2017.6600

Faustino, D. M. (2017). A universalização dos direitos e a promoção da equidade: O caso da saúde da população negra. Ciência & Saúde Coletiva, 22(12), 3831-3840. doi:https://doi.org/10.1590/1413-812320172212.25292017

Ferreira, B. O., Pedrosa, J. I. S., & Nascimento, E. F. (2018). Diversidade de gênero e acesso ao SUS. Revista Brasileira em Promoção da Saúde, 31(1), 1-10. Recuperado de https://periodicos.unifor.br/RBPS/article/view/6726/pdf

Gianna, M. C. (2015). Ambulatório de saúde integral para travestis e transexuais: Cinco anos de desafios e realizações. In Brasil, Ministério da Saúde (Org.), Transexualidade e travestilidade na saúde (pp. 141-156). Brasília-DF: Ministério da Saúde. Recuperado de http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/transexualidade_travestilidade_saude.pdf

Guaranha, C. (2013). Travestis e transexuais: A questão da busca pelo acesso à saúde. Anais do Seminário Internacional Fazendo Gênero, 10, Florianópolis, SC. Recuperado de http://www.fg2013.wwc2017.eventos.dype.com.br/resources/anais/20/1384173144_ARQUIVO_CamilaGuaranha.pdf

Henning, C. E. (2015). Interseccionalidade e pensamento feminista: As contribuições históricas e os debates contemporâneos acerca do entrelaçamento de marcadores sociais da diferença. Mediações, 20(2), 97-128. doi: https://doi.org/10.5433/2176-6665.2015v20n2p97

Kerner, I. (2012). Tudo é interseccional? Sobre a relação entre racismo e sexismo. Novos estudos CEBRAP (93), 45-58. doi:https://doi.org/10.1590/S0101-33002012000200005

Larrat, S. (2015). Transfobia: Como vencer uma herança do Brasil colonial e uma marca da ditadura? In Brasil, Ministério da Saúde (Org.), Transexualidade e travestilidade na saúde (pp. 159-164). Brasília-DF: Ministério da Saúde. Recuperado de http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/transexualidade_travestilidade_saude.pdf

Minayo, M. C. S. (2017). Amostragem e saturação em pesquisa qualitativa: Consensos e controvérsias. Revista Pesquisa Qualitativa, 5(7), 1-12. Recuperado de https://editora.sepq.org.br/index.php/rpq/article/view/82/59

Muller, M. I., & Knauth, D. R. (2008). Desigualdades no SUS: O caso do atendimento às travestis é 'babado'! Cadernos EBAPE. BR, 6(2), 1-14. doi:https://doi.org/10.1590/S1679-39512008000200002

Nogueira, F. J. S. (2013). “Mariconas”: Itinerários da velhice, desmontagens e invisibilidades (Tese de Doutorado, Universidade Federal da Paraíba, João Pessoa, PB). Recuperado de https://repositorio.ufpb.br/jspui/bitstream/tede/7314/1/arquivototal.pdf

Prins, B., & Meijer, I. C. (2002). Como os corpos se tornam matéria: Entrevista com Judith Butler. Revista Estudos Feministas, 10(1), 155-167. doi:https://doi.org/10.1590/S0104-026X2002000100009

Sampaio, J. V., & Germano, I. M. P. (2014). Políticas públicas e crítica queer: Algumas questões sobre identidade LGBT. Psicologia & Sociedade, 26(2), 290-300. doi:https://doi.org/10.1590/S0102-71822014000200006

Santos, C. L. P. (2015). Saúde?! Completo bem-estar psicossocial de um indivíduo: Tudo que uma pessoa trans não possui. In Brasil, Ministério da Saúde (Org.), Transexualidade e travestilidade na saúde (pp. 17-24). Brasília-DF: Ministério da Saúde. Recuperado de http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/transexualidade_travestilidade_saude.pdf

Simpson, K. (2015). Transexualidade e travestilidade na saúde. In Brasil, Ministério da Saúde (Org.), Transexualidade e travestilidade na saúde (pp. 9-16). Brasília-DF: Ministério da Saúde. Recuperado de http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/transexualidade_travestilidade_saude.pdf

Soares, G. S., & Silva, G. M. (2015). Políticas públicas para travestis e transexuais: O espaço LGBT da Paraíba. In Brasil, Ministério da Saúde (Org.), Transexualidade e travestilidade na saúde (pp. 165-176). Brasília-DF: Ministério da Saúde. Recuperado de http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/transexualidade_travestilidade_saude.pdf

Sontag, S. (1984). A doença como metáfora. Rio de Janeiro: Edições Graal.

Souto, K. M. B., Sena, A. G. N., Pereira, V. O. M., & Santos, L. M. (2016). Estado e políticas de equidade em saúde: Democracia participativa? Saúde em Debate, 40(especial), 49-62. doi:https://doi.org/10.1590/0103-11042016s05

Tagliamento, G. (2015). Direitos humanos e a saúde: A efetivação de políticas públicas voltadas à saúde integral da população trans. In Brasil, Ministério da Saúde (Org.), Transexualidade e travestilidade na saúde (pp. 65-80). Brasília-DF: Ministério da Saúde. Recuperado de http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/transexualidade_travestilidade_saude.pdf

The articles published on journal Psicologia e Saúde holds the copyrights of all texts published by it. Due to that, there is a demand for a letter of copyright cession (see Appreciation). The full reproduction of any article of this Journal in other publications, by any means, requires a written authorization of the Editorial Board. Partial reproductions of articles (abstracts, more than 500 words of text, tables, pictures and other illustrations, sound files) should have the written permission of the Editorial Board and the Authors.