Orientação Espiritual e Risco de Suicídio entre Usuários de Substâncias Psicoativas em Tratamento
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Palavras-chave

transtorno de ansiedade
centros de reabilitação
risco suicida
espiritualidade
usuários de drogas

Como Citar

CRUZ, Jefferson Pereira Maciel da; SILVA, Silvia Mara Carvalho; SOUZA, Jheynny Caldeira de; BARBOSA NETO, Jair Borges; SILVA JÚNIOR, Fernando José Guedes da; GONÇALVES, Angelica Martins de Souza. Orientação Espiritual e Risco de Suicídio entre Usuários de Substâncias Psicoativas em Tratamento. Revista Psicologia e Saúde, Campo Grande, v. 17, p. e17042670, 2025. DOI: 10.20435/pssa.v1i1.2670. Disponível em: https://pssaucdb.emnuvens.com.br/pssa/article/view/2670. Acesso em: 3 mar. 2026.

Resumo

Introdução: Há uma carência significativa de pesquisas que explorem simultaneamente a dinâmica envolvendo o uso de substâncias psicoativas, espiritualidade e risco de suicídio. Embora existam muitos estudos que abordem uma ou duas dessas variáveis, a análise conjunta das três é ainda bastante limitada na literatura científica. Objetivo: Comparar a relação entre orientação espiritual e ideação suicida, conforme uso de substâncias psicoativas. Métodos: Estudo transversal, analítico, com usuários de três instituições de tratamento do Sudeste. Aplicou-se questionário sociodemográfico; teste de triagem do envolvimento com álcool, tabaco e outras drogas; versão brasileira da Spirituality Self Rating Scale e Escala de Ideação Suicida de Beck. Para análise, utilizaram-se estatísticas descritivas e inferenciais. Resultados: Ao comparar-se a relação entre orientação espiritual e risco de suicídio, verificaram-se diferenças significativas para usuários de álcool e maconha, com correlação moderada. Em ambos, os maiores níveis de orientação espiritual foram detectados entre usuários abusivos, entretanto, o risco de suicídio esteve aumentado na categoria de prováveis dependentes. Conclusão: A espiritualidade é reconhecida como fator protetor para o comportamento suicida, já o uso de substâncias pode ser um fator de risco. Este estudo observou que pode haver alguma especificidade das referidas relações ao focar-se em usuários de distintas substâncias.

https://doi.org/10.20435/pssa.v1i1.2670
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