Marcas y Repercusiones Psíquicas de la Violencia Obstétrica en Mujeres: Un Estudio Descriptivo Exploratorio
PDF (Português (Brasil))
HTML (Português (Brasil))

Palabras clave

violencia contra la mujer
parto
salud de la mujer
salud mental

Cómo citar

FERRETTI GONÇALVES, Isadora; SOTT BENDER, Mariluza; REZENDE GONÇALVES CANEDA, Cristiana; BOROWSKY DA ROSA, Fernanda. Marcas y Repercusiones Psíquicas de la Violencia Obstétrica en Mujeres: Un Estudio Descriptivo Exploratorio. Revista Psicologia e Saúde, Campo Grande, v. 17, p. e17032425, 2025. DOI: 10.20435/pssa.v1i1.2425. Disponível em: https://pssaucdb.emnuvens.com.br/pssa/article/view/2425. Acesso em: 10 mar. 2026.

Resumen

Introducción: La asistencia al parto ha experimentado transformaciones significativas. En este escenario, se identifica la violencia obstétrica, definida como cualquier acto que cause daño físico o psicológico a la mujer, violando su cuerpo, su intimidad y sus derechos en las instituciones de salud. A partir de esto, buscamos analizar el sufrimiento psíquico causado por la violencia obstétrica en mujeres durante el trabajo de parto. Método: Se trata de una investigación exploratoria descriptiva con abordaje cualitativo. Se utilizó como instrumento de investigación un cuestionario semiestructurado construido en la plataforma Google Forms. Como estrategia de análisis de datos, se utilizó la Análisis de contenido de Bardin. Resultados y Discusión: Participaron nueve mujeres que sufrieron violencia obstétrica en los últimos diez años, residentes de ciudades del interior del estado de Rio Grande do Sul. Los resultados fueron divididos en tres categorías temáticas: (falta de) conocimiento sobre la violencia obstétrica en el escenario del parto; marcas psíquicas de violencia obstétrica; percepción de las mujeres sobre la violencia obstétrica. Consideraciones finales: La violencia obstétrica produce diferentes niveles de sufrimiento psíquico, haciendo de la vivencia del parto una experiencia traumática permeada por sentimientos de frustración, ira, miedo, inseguridad e invalidación de sus deseos/opiniones.

 

https://doi.org/10.20435/pssa.v1i1.2425
PDF (Português (Brasil))
HTML (Português (Brasil))

Citas

Aguiar, J. M., D'Oliveira, A. F. P. L., & Schraiber, L. B. (2013). Violência institucional, autoridade médica e poder nas maternidades sob a ótica dos profissionais de saúde. Cadernos de Saúde Pública, 29(11), 2287–2296. https://doi.org/10.1590/0102-311x00074912

Alonso, D. (2018). Violência obstétrica: Conceituações e considerações sobre sua implicação no parto [Trabalho de Conclusão de Curso, Universidade Federal Fluminense]. https://app.uff.br/riuff/handle/1/7372

Barboza, L. P., & Mota, A. (2016). Violência obstétrica: Vivências de sofrimento entre gestantes do Brasil. Revista Psicologia, Diversidade e Saúde, 5(1), 119–129. https://doi.org/10.17267/2317-3394rpds.v5i1.847

Bardin, L. (2011). Análise de conteúdo (1ª ed.). Edições 70.

Brandt, G. P., Souza, S. J. P., Migoto, M. T., & Weigert, S. P. (2018). Violência obstétrica: A verdadeira dor do parto. Revista Gestão e Saúde, 19(1), 19–37. https://www.herrero.com.br/files/revista/file2a3ed78d60260c2a5bedb38362615527.pdf

Cunha, A. L., Henriques, R. B. L., Silva, T. R. D., Silva, M. R. B., Tertulliano, K., & Silva, H. C. D. A. (2020). Produção de conhecimento sobre violência obstétrica: O lado invisível do parto. Nursing, 23(260), 3529–3532. https://doi.org/10.36489/nursing.2020v23i260p3529-3532

Dodou, H. D., Rodrigues, D. P., Guerreiro, E. M., Guedes, M. V. C., Lago, P. N., & Mesquita, N. S. (2014). A contribuição do acompanhante para a humanização do parto e nascimento: Percepções de puérperas. Escola Anna Nery, 18(2), 262–269. https://doi.org/10.5935/1414-8145.20140038

Estumano, V. K. C., Melo, L. G. S, Rodrigues, P. B., & Coelho, A. C. R. (2017). Violência obstétrica no Brasil: Casos cada vez mais frequentes. Revista Científica de Enfermagem, 7(19), 83–91. https://doi.org/10.24276/rrecien2358-3088.2017.7.19.83-91

Freitas, M. M. R. R. C., & Aragão, J. C. S. (2021). A naturalização da violência obstétrica e as dificuldades do reconhecimento dos seus sinais. Revista Práxis, 13(26), 1984–4239. https://doi.org/10.47385/praxis.v13.n26.1742

Fundação Perseu Abramo. (2010). Pesquisa Mulheres Brasileiras e Gênero nos Espaços Público e Privado. FPABRAMO. https://fpabramo.org.br/publicacoes/wp-content/uploads/sites/5/2017/05/pesquisaintegra_0.pdf

Guimarães, L. B. E., Jonas, E., & Amaral, L. R. O. G. (2018). Violência obstétrica em maternidades públicas do estado do Tocantins. Revista Estudos Feministas, 26(1), 1–10. https://doi.org/10.1590/1806-9584.2018v26n143278

Kopereck, C. S., Matos, G. C., Soares, M. C., Escobal, A. P. L., Quadro, P. P., & Cecagno, S. C. (2018). A violência obstétrica no contexto multinacional. Revista de Enfermagem UFP, 12(7), 2050–2060. https://doi.org/10.5205/1981-8963-v12i7a231399

Lansky, S., Souza, K. V., Peixoto E. R. M., Oliveira, B. J., Diniz, C. S. G., Vieira, N. F., Cunha, R. O., & Friche, A. A. L. (2019). Violência obstétrica: influência da Exposição Sentidos do Nascer na vivência das gestantes. Ciência & Saúde Coletiva, 24(8), 2811–2823. https://doi.org/10.1590/1413-81232018248.30102017

Lei nº 11.108 (2005). Garante às parturientes o direito à presença de acompanhante durante o trabalho de parto, parto e pós-parto imediato, no âmbito do Sistema Único de Saúde - SUS. Presidência da República. https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2004-2006/2005/Lei/L11108.htm

Loreto, T. M., Kuhn, S. J. F., & Nomura, R. M. Y. (2022). Understanding the opinion of doctors on obstetric violence in Brazil to improve women's care. Midwifery, 109(103294), 1–6. https://doi.org/10.1016/j.midw.2022.103294

Maldonado, M. T. (2002). Psicologia da Gravidez: parto e puerpério (16a ed.). Saraiva.

Martinez-Vázquez, S., Hernández-Martínez, A., Rodríguez-Almagro, J., Delgado-Rodríguez, M., & Martínez-Galiano, J. M. (2022). Relationship between perceived obstetric violence and the risk of postpartum depression: An observational study. Midwifery, 108(103297), 1–8. https://doi.org/10.1016/j.midw.2022.103297

Matos, M. G. de., Magalhães, A. S., & Féres-Carneiro, T. (2021). Violência obstétrica e trauma no parto: O relato das mães. Psicologia: Ciência e Profissão, 41(01), 1–13. https://doi.org/10.1590/1982-3703003219616

Mazuim, C.H.R. (2018). Construindo o projeto de pesquisa (1a ed.). Perse.

Mena-Tudela, D., Iglesias-Casás, S., González-Chordá, V. M., Cervera-Gasch Á, Andreu-Pejó L, Valero-Chilleron, M. J. (2020) Obstetric Violence in Spain (Part I): Women's Perception and Interterritorial Differences. International Journal of Environmental Research and Public Health, 17(21), 7726. https://doi.org/10.3390/ijerph17217726

Mena-Tudela, D., Iglesias-Casás, S., González-Chordá, V. M., Valero-Chillerón, M. J., Andreu-Pejó, L., & Cervera-Gasch, Á. (2021). Obstetric Violence in Spain (Part III): Healthcare Professionals, Times, and Areas. International Journal of Environmental Research and Public Health, 18(7), 3359. https://doi.org/10.3390/ijerph18073359

Ministério da Saúde. (2002). Violência intrafamiliar: orientações para prática em serviço. Secretaria de Políticas de Saúde. Série Cadernos de Atenção Básica. https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/cd05_19.pdf

Ministério da Saúde. (2014). Humanização do parto e do nascimento (Vol. 4). Cadernos HumanizaSUS. https://www.redehumanizasus.net/sites/default/files/caderno_humanizasus_v4_humanizacao_parto.pdf

Ministério da Saúde (2017). Diretrizes nacionais de assistência ao parto normal: Versão resumida [recurso eletrônico]. Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos, Departamento de Gestão e Incorporação de Tecnologias em Saúde. https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/diretrizes_nacionais_assistencia_parto_normal.pdf

Mott, M. L. (2002). A assistência ao parto: Do domicílio ao hospital (1830-1960). Projeto História: Revista do Programa de Estudos Pós-Graduados de História, 25(1), 197–219. https://revistas.pucsp.br/index.php/revph/article/view/10588

Nagahama, E. E. I., & Santiago, S. M. (2005). A institucionalização médica do parto no Brasil. Ciência e Saúde Coletiva, 10(3), 651–657. https://doi.org/10.1590/S1413-81232005000300021

Nascimento, L. C., Santos, K. F. O., Andrade, C. G., Costa, I. C. P., & Brito, F. M. (2017). Relato de puérperas acerca da violência obstétrica nos serviços públicos. Revista de Enfermagem UFPE (Online), 11(5), 2014–2023. https://pesquisa.bvsalud.org/portal/resource/fr/bde-31497

Oliveira, V. J., & Penna, C. M. M. (2017). O discurso da violência obstétrica na voz das mulheres e dos profissionais de saúde. Texto & Contexto – Enfermagem, 26(2), 1–10. https://doi.org/10.1590/0104-07072017006500015

Organização Mundial de Saúde [OMS]. (2014). Prevenção e eliminação de abusos, desrespeito e maus-tratos durante o parto em instituições de saúde. https://apps.who.int/iris/bitstream/handle/10665/134588/WHO_RHR_14.23_por.pdf

Rocha, M. G., & Grisi, E. P. (2017). Violência obstétrica e suas influências na vida de mulheres que vivenciaram essa realidade. ID on line – Revista de Psicologia, 11(38), 623–635. https://doi.org/10.14295/idonline.v11i38.931

Sanfelice, C. F. O., Abbud, F. S. F., Pregnolatto, O. S., Silva, M. G., & Shimo, A. K. K. (2014). From institutionalized birth to home birth. Revista Rene, 15(2), 362–370. https://doi.org/10.15253/2175-6783.2014000200022

Silva, F. M., Silva, M. L., & Araújo, F. N. F. (2017). Sentimentos causados pela violência obstétrica em mulheres de município do nordeste brasileiro. Revista Prevenção de Infecção e Saúde, 3(4), 25–34. https://doi.org/10.26694/repis.v3i4.6924

Silveira, M. F., Mesenburg, M. A., Bertoldi, A. D., Mola, C. L., Bassani, D. G., Domingues, M. R., Stein, A., & Coll, C. V. N. (2019). The association between disrespect and abuse of women during childbirth and postpartum depression: Findings from the 2015 Pelotas birth cohort study. Journal of Affective Disorders, 256, 441–447, https://doi.org/10.1016/j.jad.2019.06.016

Souza, K. J., Rattner, D., & Gubert, M. B (2017). Institutional violence and quality of service in obstetrics are associated with postpartum depression. Revista de Saúde Pública, 51. https://doi.org/10.1590/S1518-8787.2017051006549

Vieira, D. R, & Apolinário, J. A. (2017). A violência obstétrica na compreensão de mulheres usuárias da rede pública de saúde do município de Lins [Trabalho de conclusão de curso, Centro Universitário Católico Salesiano Auxilium, Brasil]. https://xdocz.com.br/doc/a-violencia-obstetrica-na-compreensao-de-mulheres-usuarias-da-rede-publica-de-saude-do-municipio-de-lins-08p21v4j1qnv

Zhang, S., Wang, L., Yang, T., Chen, L., Qiu, X., Wang, T., Chen, L., Zhao, L., Ye, Z., Zheng, Z., & Qin, J. (2019). Maternal violence experiences and risk of postpartum depression: A meta-analysis of cohort studies. European Psychiatry, 55, 90–101. https://doi.org/10.1016/j.eurpsy.2018.10.005

Creative Commons License

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución 4.0.