Mindfulness y Audición Musical en la de Espera: Efectos Psicofisiológicos en Tratamiento de Radioterapia
PDF (Português (Brasil))
HTML (Português (Brasil))

Palabras clave

Mindfulness
radioterapia
audición musical
pacientes con câncer
sala de espera

Cómo citar

SUTKUS, Brenda Ferrari Gomes; STRASSER, Karen Daniele Dantas Justo; OLIVEIRA, Nathália Bertelle Campos; SILVA, Andressa Melina Becker da. Mindfulness y Audición Musical en la de Espera: Efectos Psicofisiológicos en Tratamiento de Radioterapia. Revista Psicologia e Saúde, Campo Grande, v. 17, p. e17352744, 2025. DOI: 10.20435/pssa.v1i1.2744. Disponível em: https://pssaucdb.emnuvens.com.br/pssa/article/view/2744. Acesso em: 14 abr. 2026.

Resumen

Introducción: La sala de espera es un espacio en que se puede realizar intervenciones psicológicas y los pacientes oncologicos podrían beneficiarse. El objetivo fue verificar los efectos de diferentes intervenciones en sala de espera de la Clínica Médica de Radioterapia. Métodos: Se realizó una evaluación pre y post intervenciones: Grupo 1 – Audición musical (pretest N = 4, postest N = 2); Grupo 2 – mindfulness (pretest N = 5, postest N = 2) utilizando los instrumentos: Inventario de Depresión de Beck, Inventario de Ansiedad de Beck y Escala de Salud Mental Positiva, analizados mediante el Método JT. Resultados: Los resultados muestran que hubo significancia clínica en la ansiedad con audición musical para uno de los participantes. Con el uso de mindfulness, los participantes se mantuvieron en la misma clasificación. Discusión: Estudios indican la prevalencia de ansiedad y depresión en pacientes oncológicos, lo cual concuerda con los resultados de esta investigación en el pretest. De acuerdo a los resultados, la audición musical puede ser un aliado para los pacientes. Conclusiones: La audición musical tuvo efectos positivos para los participantes en tratamiento de Radioterapia, lo que indica su potencial utilidad. Sin embargo, se sugiere más investigaciones, con mayor cantidad de participantes y medidas de seguimento.

https://doi.org/10.20435/pssa.v1i1.2744
PDF (Português (Brasil))
HTML (Português (Brasil))

Citas

Aguiar, A. A. R., Aguiar, R. G., & Del Prette, Z. A. P. (2009). Calculando a significância clínica e o índice de mudança confiável em pesquisa-intervenção. UFSCAR.

Beck, A. T., Ward, C. H., Mendelson, M., Mock, J., & Erbaugh, J. (1961). An inventory for measuring depression. Archives of General Psychiatry, 4, 561–571. http://dx.doi.org/10.1001/archpsyc.1961.01710120031004

Beck, A. T., & Steer, R. A. (1993). Beck Depression Inventory. Manual. Psychology Corporation.

Bruscia, K. (2016). Definindo musicoterapia. 3ª ed. Barcelona Publishers.

Bhutani, R., Singh, R., Mishra, A., & Baluni, P. (2024). The Adverse Impact of Chemo-radiotherapy on the Quality of Life of Oral Cancer Patients: A Review. Oral Oncology Reports, volume(número),100544.

Campos, E. M. P., Rodrigues, A. L., & Castanho, P. (2021). Intervenções Psicológicas na Psico-Oncologia. Mudanças, 29(1), 41–47. http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php

Carmo, L. O., R. A., Guerra Siman, A., Almeida de Matos, R., & Toledo de Mendonça, Érica. (2019). Cuidar em Oncologia: Desafios e Superações Cotidianas Vivenciados por Enfermeiros. Revista Brasileira De Cancerologia, 65(3), e–14818. https://doi.org/10.32635/2176-9745.RBC.2019v65n3.818

Castanhel, F. D., & Liberali, R. (2018). Redução de Estresse Baseada em Mindfulness nos sintomas do câncer de mama: Revisão sistemática e metanálise. Einstein, 16(4), eRW4383. https://doi.org/10.31744/einstein_journal/2018RW4383

Castro, C. G. J., & Lefèvre, A. M. C. (2004). A promoção de saúde e o planejamento estratégico. In F. Lefèvre, & A. M. C. Cavalcanti (Orgs.), Promoção de saúde: A negação da negação (pp. 75–84). Vieira & Lent.

Christo, Z. M., & Traesel, E. S. (2009). Aspectos Psicológicos do Paciente Oncológico e a Atuação da Psico-Oncologia no Hospital. Disciplinarum Scientia, 10(1), 75–87. https://periodicos.ufn.edu.br/index.php/disciplinarumCH/article/view/1694

Cunha, J. A. (2001) Manual da versão em português das Escalas Beck. Casa do Psicólogo.

Danzmann, P. S., Pinto da Silva, A. C., & Carlesso, J. P. P. (2020). Psico-oncologia e amparo a pacientes com câncer: Uma revisão de literatura. Psicologia e Saúde em Debate, 6(1), 244–255. https://doi.org/10.22289/2446-922X.V6N1A17

Eseadi, C., & Ngwu, M. O. (2023). Significance of music therapy in treating depression and anxiety disorders among people with cancer. World Journal of Clinical Oncology, 14(2), 69.

Ferreira, A. S., Bicalho, B. P., Neves, L. F. G., Menezes, M. T., Silva, T. A., Faier, T. A., & Machado, R. M. (2019). Prevalência de Ansiedade e Depressão em Pacientes Oncológicos e Identificação de Variáveis Predisponentes. Revista Brasileira de Cancerologia, 62(4), 321–328. http://dx.doi.org/10.32635/2176-9745.RBC.2016v62n4.159

Frizzo, N. S, Muller, A. P. W. C., Souza, A. Z. C., & Ozi, A. M. (2020). Música como Recurso de Enfrentamento em Pacientes Oncológicos e Familiares. Psicologia: Ciência & Profissão, 40, e217577. http://dx.doi.org/10.1590/1982-3703003217577.

Ikhile, D., Ford, E., Glass, D., Gremesty, G., & van Marwijk, H. (2024). A systematic review of risk factors associated with depression and anxiety in cancer patients. Plos One, 19(3), e0296892.

Ivancko, S. M. (2004). E o tratamento se inicia na Sala de Espera. In V. A. Angerami-Camon (Org.), Atualidades em Psicologia da Saúde. Thomson Learning.

Jacobson, N. S., & Truax, P. (1991). Clinical significance: A statistical approach to defining meaningful change in psychotherapy research. Journal of Consulting and Clinical Psychology, 59(1), 12. http://dx.doi.org/10.1037/0022-006X.59.1.12

Keyes, C. L. M. (2005). Mental illness and/or mental health? Investigating axioms of the complete state model of health. Journal of Consulting and Clinical Psychology, 73(3), 539-548. https://doi.org/10.1037/0022-006X.73.3.539

Macedo, D. R. (2017). Experiência da mulher com câncer de boca em relação à radioterapia. Universidade Federal de Uberlândia. https://doi.org/http://dx.doi.org/10.14393/ufu.di.2017.96

Machado, W. L., & Bandeira, D. R. (2015). Positive Mental Health Scale: Validation of the Mental Health Continuum – Short Form. Psico-USF, 20(2), 259–274. https://doi.org/10.1590/1413-82712015200207

Martins-Borges, L., & Pocreau, J. B. (2012). Serviço de atendimento psicológico especializado aos imigrantes e refugiados: Interface entre o social, a saúde e a clínica. Estudos de Psicologia, Campinas, 29(4), 577–585. https://doi.org/10.1590/S0103-166X2012000400012

Meltzoff, F. (2011). Critical thinking about research: Psychology and related fields (12ª ed.). American Psychological Association.

Mesquita, T. O., & Furtado, T. M. G. (2019). Tratamento da ansiedade através da aplicação de técnicas Mindfulness: Uma revisão de literatura. Revista Gestão e Saúde, 20(1), 65–78. https://www.herrero.com.br/files/revista/file1af9a584827d745aa7a4c571890c2cba.pdf

Ministério da Saúde. (2006). Política nacional de práticas integrativas e complementares no SUS - PNPIC-SUS: Atitude de ampliação de acesso. Ministério da Saúde.

Nunes-Silva, M., Moreira, L. C., Moraes, G. R. J., Rosa, G. T., & Maa, C. A. S. (2012). A música para indução de relaxamento na Terapia de Integração Pessoal pela Abordagem Direta do Inconsciente: ADI/TIP. Contextos Clínicos, 5(2), 88–99. https://doi.org/10.4013/ctc.2012.52.03

Nunes-Silva, M., Valadares, A. C. D., Rosa, G. T., Lopes, L. C. M., Moreira, L. C., & Marra, C. A. S. (2016). Avaliação de Músicas Compostas para Indução de Relaxamento e de seus Efeitos Psicológicos. Psicologia: Ciência & Profissão, 36(3), 709–725. https://doi.org/10.1590/1982-3703001672014

Rosa, J. T., Malandrin, M. A., Leite, E. C., & Silva, J. C.V. V. V. (1986). Um estudo sobre a validação do Inventário de Depressão de Beck. [Relato de pesquisa]. Anais do Congresso da Sociedade Interamericana de Psicologia, Caracas.

Santos, G. D. O. (2020). Yoga e a busca do si mesmo: Pensamento, prática e ensino. Movimento (ESEFID/UFRGS), 26, e26064. https://doi.org/10.22456/1982- 8918.101764

Santos, D. F., Santos, J. A., & Matias, R. C. (2019). Sintomas depressivos e ansiosos em pacientes em tratamento oncológico em duas cidades sul mineira. Anais eletrônicos de Iniciação Científica, 3 (1). http://rfwb.phl.bib.br/index.php/ProbicFWB/article/download/78/69

Sumiya, A., Machado, B. J. A., Baron, A. R., Rosa, S. P., Oravec, L. B. G. & Marcos, V. M. (2021). Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (PICS): Um relato de experiência extensionista. Revista Eletrônica de Extensão – Extensio, 18(38), 275–284. https://doi.org/10.5007/1807-0221.2021.e77324

Teixeira, E. R., & Veloso, R. C. (2006). O grupo em sala de espera: Território de práticas e representações em saúde. Texto Contexto Enfermagem, 15(2), 320–325. https://doi.org/10.1590/S0104-07072006000200017

Teixeira, C. C., Boaventura, R. P., Souza, A. C. S., Paranaguá, T. T. de B., Bezerra, A. L. Q., Bachion, M. M., & Brasil, V. V. (2015). Vital signs measurement: An indicator of safe care delivered to elderly patients. Texto & Contexto – Enfermagem, 24(4), 1071–1078. https://doi.org/10.1590/0104-0707201500003970014

Trimmer, C. (2016). Cognitive behavioural therapy-based music (CBT-music) group for symptoms of anxiety and depression. Canadian Journal of Community Mental Health, 35(2), 83–87. https://doi.org/10.7870/cjcmh-2016-029

Telesi Junior, E. (2016). Práticas integrativas e complementares em saúde, uma nova eficácia para o SUS. Estudos Avançados, 30(86), 99–112. https://doi.org/10.1590/S0103-40142016.00100007

Veríssimo, D. S., & Valle, E. R. M. (2006). A experiência vivida por pessoas com tumor cerebral e por seus familiares. Psicologia Argumento, 24(45), 45–57. https://biblat.unam.mx/hevila/Psicologiaargumento/2006/vol24/no45/5.pdf

Williams, M. & Penman, D. (2015). Atenção Plena - Mindfulness. Sextante.

Creative Commons License

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución 4.0.